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Nova ala dos Cuidados continuados deverá abrir este ano em S. João da Madeira

Um projecto de resolução, subscrito pelos deputados no distrito de Aveiro, viram aprovado, por unanimidade, na última semana, na assembleia da República, a defesa da abertura de quatro unidades de cuidados continuados no distrito, onde está incluída a da ampliação da Santa Casa da Misericórdia. Mais de mil camas vão reforçar a rede de cuidados continuados até ao final de 2013 em todo o país. Sabe-se apenas que na região norte são cerca de 11 as unidades que podem abrir portas em 2013, pois grande parte delas aguarda apenas autorização.

As unidades são para já desconhecidas. Sabe-se apenas que, das mais de 30 estruturas com luz verde para abrir portas, 15 estão localizadas na região de Lisboa e Vale do Tejo e 11 no Norte e vão disponibilizar, respectivamente, 483 e 437 novos lugares, a maioria em unidades de média e longa duração.
O grupo parlamentar do PSD de S. João da Madeira acredita que poderão estar reunidas as condições para abrir, durante este ano, quatro unidades de cuidados continuados no distrito de Aveiro, entre elas as unidades da Santa Casa da Misericórdia de S. João da Madeira (ampliação), de Vale de Cambra, da Associação do Centro Social de Escapães, em Santa Maria da Feira e da Santa Casa da Misericórdia de Oliveira do Bairro.
O projecto de resolução recomenda ao Governo que, durante o ano de 2013, proceda à abertura das unidades de cuidados continuados julgadas tecnicamente necessárias, enquadradas espacial e temporalmente em planos de desenvolvimento regional da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados, tendo em conta as prioridades clínicas, a garantia da qualidade nos serviços prestados e as disponibilidades financeiras.
O deputado do PSD Paulo Cavaleiro, eleito pelo círculo de Aveiro e subscritor do projecto resolução (juntamente com outros deputados eleitos pelo distrito de Aveiro) para a defesa da abertura das quatro unidades de cuidados continuados no distrito, referiu que a proposta apresentada ao Governo pelo PSD e CDS-PP se trata, no seu entender, de um “levantamento do país inteiro para identificar as unidades que possam reunir as condições durante este ano para poderem abrir ou concretizarem a sua ampliação”. E, por isso, “estamos confiantes de que esta decisão tomada por unanimidade na Assembleia da República” servirá de reforço “para que o governo tenha em atenção estes casos e, assim que existam condições, possa colocar ao serviço da população estas infra-estruturas”.
Os cuidados continuados integrados são uma matéria relativamente à qual PSD e o CDS-PP “não aceitam demagogias, prometendo e construindo unidades quando não há, efectivamente, recursos humanos e financeiros para abrir e manter, e que possam garantir sempre um elevado nível de qualidade assistencial aos seus utentes”.

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