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Meo Marés: Edmundo Inácio leva a portugalidade ao palco Super Bock e conquista festivaleiros

Edmundo Inácio abriu a tarde deste domingo no palco Super Bock do Meo Marés com um concerto marcado pela fusão entre a música popular portuguesa e a contemporaneidade, confirmando a singularidade de um dos mais promissores nomes da nova geração da música nacional.

A capacidade das novas gerações de artistas reinventarem a música tradicional portuguesa está cada vez mais apurada. Veja-se o caso de Edmundo Inácio, que abriu o concerto desta tarde, no palco Super Bock do Meo Marés, com o tema “Terra”, um hino sobre o custo de conquistar sonhos.

Durante o espetáculo, o cantor compositor e multi-instrumentista autodidata mostrou como as misturas que faz da contemporaneidade com referências da música popular portuguesa são passaporte para viajar pela territorialidade e para o público assentar arraiais junto dele e absorver a sua singularidade.

A musicalidade dançável, a entrega vocal máxima, a boa disposição do músico e o outfit divertido com que cantou e dançou à frente da imagem de um cão foram exemplo dessa extraordinária habilidade de renovar a música portuguesa, mantendo ligação às suas raízes algarvias.

Edmundo Inácio respira portugalidade e faz dela o seu ADN. Se dúvidas houvesse, bastou ouvi-lo e vê-lo cantar Menina (do Alto da Serra)”, o grande êxito de Tonicha, que venceu o Festival RTP da Canção de 1971 e representou Portugal na Eurovisão desse ano. Esse tema, inspirado na valorização da mulher rural, que retrata a ligação profunda entre a mulher camponesa e a natureza, poder bem ser entendido como uma metáfora deste jovem artista: o menino que se faz homem, a flor brava que embeleza todo o espaço onde está e a brisa do alto da serra audível à beira-mar!

A capacidade das novas gerações de artistas reinventarem a música tradicional portuguesa está cada vez mais apurada. Veja-se o caso de Edmundo Inácio, que abriu o concerto desta tarde, no palco Super Bock do Meo Marés, com o tema “Terra”, um hino sobre o custo de conquistar sonhos.

Durante o espetáculo, o cantor compositor e multi-instrumentista autodidata mostrou como as misturas que faz da contemporaneidade com referências da música popular portuguesa são passaporte para viajar pela territorialidade e para o público assentar arraiais junto dele e absorver a sua singularidade.

A musicalidade dançável, a entrega vocal máxima, a boa disposição do músico e o outfit divertido com que cantou e dançou à frente da imagem de um cão foram exemplo dessa extraordinária habilidade de renovar a música portuguesa, mantendo ligação às suas raízes algarvias.

Edmundo Inácio respira portugalidade e faz dela o seu ADN. Se dúvidas houvesse, bastou ouvi-lo e vê-lo cantar Menina (do Alto da Serra)”, o grande êxito de Tonicha, que venceu o Festival RTP da Canção de 1971 e representou Portugal na Eurovisão desse ano. Esse tema, inspirado na valorização da mulher rural, que retrata a ligação profunda entre a mulher camponesa e a natureza, poder bem ser entendido como uma metáfora deste jovem artista: o menino que se faz homem, a flor brava que embeleza todo o espaço onde está e a brisa do alto da serra audível à beira-mar!

 

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