A iniciativa mantém o propósito de cruzar diferentes abordagens à música tradicional, evocando o imaginário de Abril de 1974 e refletindo sobre o seu significado na atualidade.
Em nota de imprensa, a autarquia do Porto refere que o programa arranca com Carme López, cujo trabalho recente se centra na experimentação em torno da gaita de foles, criando paisagens sonoras que se afastam dos contextos tradicionais.
Segue-se emmy Curl, que apresenta o mais recente álbum, “Pastoral”, descrito como uma homenagem à herança cultural do folclore português e uma evocação de coragem e amor em tempos difíceis.
A mesma nota indica ainda que o coletivo Fidju Kitxora propõe uma viagem sonora em constante mutação, que cruza referências como o funaná, o semba, o kuduro e o afro-house com elementos eletrónicos e gravações de campo.
O cartaz encerra com La Família Gitana, formado por jovens músicos do Bairro do Fim do Mundo, em Cascais, que afirmam a música e a tradição cigana como expressão identitária.