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Zoo de Lourosa assinala nascimento de quatro crias de flamingo
O Zoo de Lourosa assinalou o nascimento de quatro crias de flamingo, num momento de particular relevância para o único Parque Ornitológico do País e para a sua missão de conservação. As novas crias já podem ser observadas na instalação dos Flamingos, permitindo aos visitantes acompanhar de perto uma das fases mais delicadas e fascinantes do ciclo de vida desta espécie.
15 de maio 2026

São filhos da casa e parte de uma família cada vez maior. O bando de flamingos do único Parque Ornitológico do país celebrou, esta semana, o nascimento de mais quatro crias, num marco de especial significado para o Zoo de Lourosa. “É um momento muito simbólico para nós, porque se trata de casais que nasceram no nosso Zoo e que agora contribuem ativamente para a continuidade e expansão do bando”, destaca Andreia Pinto, Curadora da Coleção de Aves do único Parque Ornitológico do país.
Em 2017, o Zoo de Lourosa tinha cerca de 20 flamingos, provenientes, na sua maioria, de Basileia e da Singapura, quando registou o nascimento das primeiras crias. Em 2019, nasceram as primeiras fêmeas e, de lá para cá, o bando duplicou de tamanho tendo alcançado, com o nascimento dos mais recentes membros da família, as quatro dezenas de aves.
A perspetiva é que esta tendência de crescimento se mantenha, especialmente agora que os mais recentes casais se encontram “saudáveis e em idade reprodutiva”. “Para além dos quatro nascimentos, registamos um total de 10 ninhos ativos, o maior número registado numa época de cria no Zoo de Lourosa, o que é, para nós, um indicador positivo do sucesso reprodutivo da espécie e das condições de bem-estar e estabilidade que procuramos proporcionar”, sublinha Andreia Pinto.
Este é um momento ganha especial relevância no contexto da missão do Zoo de Lourosa, que reconhece o papel fundamental dos zoológicos na conservação da biodiversidade e na proteção das espécies. O nascimento destas quatro crias reflete, assim, o compromisso do Zoo com a criação de condições que promovem o bem-estar animal, a reprodução natural das espécies e a sua missão de conservação enquanto único Parque Ornitológico do País.
A evolução deste processo continua a ser acompanhada de perto pela equipa técnica do Zoo de Lourosa, que monitoriza todas as fases do desenvolvimento dos mais recentes membros do bando de flamingos.
“Neste momento procuramos dar o máximo de tranquilidade para que a incubação e o desenvolvimento das crias possam acontecer da forma mais serena e saudável possível”, afirma a Curadora. Nesse sentido, a habitual “Hora de Alimentação dos Flamingos” mantém-se temporariamente suspensa de forma a “minimizar qualquer potencial perturbação no habitat”.
O Zoo de Lourosa continuará a acompanhar de perto a evolução das crias e promete partilhar novidades em breve, apelando, até lá, à compreensão dos visitantes para a importância de preservar a tranquilidade deste momento especialmente significativo.



