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Vodafone reforça a rede para responder ao maior teste do ano, no Festival de Paredes de Coura

Antes de milhares de festivaleiros chegarem ao Vodafone Paredes de Coura, a empresa de telecomunicações já reforçou a rede fixa e móvel, para responder àquele que é um dos maiores desafios do ano em termos de capacidade e utilização de dados. A preparação começou vários meses antes do festival e, quando o evento arrancar, "grande parte do trabalho já está feito e testado ao detalhe", como explicou Diana Caiado à Agência de Informação Norte.

A partir de 12 de agosto, Paredes de Coura volta a multiplicar a população. Durante cinco dias, milhares de pessoas ocupam a praia fluvial do Taboão, fazendo com que uma vila com cerca de 8.500 habitantes passe a concentrar um dos maiores volumes temporários de utilizadores de telecomunicações do país.

Para responder a esta procura, a Vodafone reforçou a cobertura de rede fixa e móvel no recinto e na zona de campismo, aumentando a capacidade da infraestrutura. O reforço acompanha também as melhorias introduzidas, este ano, no parque de campismo, que passa a contar com mais área para tendas, maior cobertura de rede, mais pontos de carregamento de telemóveis e um serviço de shuttles gratuitos entre o recinto e o centro da vila.

Para que esses milhares de pessoas consigam estar ligadas, ao mesmo tempo, sem limitações, comunicando e publicando conteúdos, “existe um trabalho de planeamento e engenharia que começa muito antes da abertura do recinto”, explica Diana Caiado, Manager de Mobile Access na Vodafone Portugal. Foi instalada “uma estação móvel temporária, que aumenta a capacidade e a cobertura da rede, incluindo 5G, em toda a área do festival” e, em paralelo, foi montada “uma infraestrutura de rede fixa com mais de 60 quilómetros de fibra ótica, responsável por suportar as várias operações tecnológicas necessárias ao funcionamento do evento”.

Estes reforços refletem-se nos indicadores de desempenho da rede, cuja disponibilidade e acessibilidade durante o festival se “mantêm em níveis próximos dos 100%, permitindo que a tecnologia esteja presente, sem se tornar uma preocupação para quem apenas quer desfrutar da música”, garante aquela responsável.

Essa preparação começou vários meses antes do festival, com equipas que “analisam os dados das edições anteriores, estudam a evolução dos hábitos de utilização da rede e antecipam as necessidades de capacidade para cada zona do recinto”. Esse trabalho envolve diferentes “áreas de engenharia, operação e monitorização, para garantir que toda a infraestrutura está preparada, antes da chegada do público”.

Uma cidade digital a funcionar durante quatro dias

 O aumento temporário da população naquela vila minhota representa “um desafio muito exigente, do ponto de vista técnico”, admite Diana Caiado. Em poucos dias, uma área relativamente pequena passa a concentrar “dezenas de milhar de pessoas que recorrem ao smartphone para comunicar, orientar-se no recinto, aceder às redes sociais, publicar fotografias ou partilhar vídeos”. Na prática, acrescenta, é “como criar as condições de conectividade de uma grande cidade, num ambiente temporário e rodeado pela natureza”, mantendo uma “experiência consistente para os utilizadores, mesmo nos momentos de maior afluência”.

A Manager de Mobile Access na Vodafone Portugal não tem, por isso, dúvidas de que, nos tempos atuais, “a preparação de um festival mudou completamente”. O principal desafio já não passa apenas por garantir chamadas de voz, mas por “assegurar uma elevada capacidade de dados“, numa altura em que “as pessoas vivem cada vez mais o festival de forma mais digital e em tempo real”.

Diana Caiado dá como exemplo a edição de 2025, em que a utilização de dados móveis na rede da Vodafone aumentou mais de 23% face ao ano anterior. Cerca de 30% de todo o tráfego foi assegurado pela tecnologia 5G, o que demonstra a necessidade de redes mais robustas e preparadas para responder às novas formas de utilização.

Concerto de Lola Young com o maior pico de utilizadores, no ano passado

 É durante os concertos mais concorridos que a rede enfrenta os maiores desafios e picos de utilização. Quando milhares de telemóveis se erguem ao mesmo tempo para captar o momento, multiplicam-se, em poucos minutos, os uploads de fotografias e vídeos, as mensagens, as videochamadas e os acessos às redes sociais.

Foi o que aconteceu na edição de 2025, em que o concerto de Lola Young foi o que mais levou os festivaleiros a recorrer ao telemóvel para partilhar fotografias e vídeos. Diana Caiado diz que esses momentos são “um verdadeiro teste à rede” e que “é precisamente para esses momentos que a infraestrutura tecnológica do Vodafone Paredes de Coura é desenhada e reforçada”.

Enquanto “o público vê um festival no meio da natureza”, os operacionais da Vodafone veem “uma pequena cidade digital a funcionar durante dias”. E o maior sinal de sucesso da operação tecnológiaca montada é que “as pessoas consigam viver o festival sem terem de pensar na tecnologia”. Se conseguem “comunicar, partilhar momentos, contactar amigos e familiares e usufruir de todos os serviços sem interrupções, então significa que a rede cumpriu a sua missão e que fizemos bem o nosso trabalho”, conclui Diana Caiado.

 

 

 

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