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Vinho ganha espaço no CA Vilar de Mouros com estreia da Casa Ermelinda Freitas
Entre guitarras, palcos e concertos, há uma estreia que se faz no copo. O Fugaz Alvarinho, o primeiro Alvarinho da Casa Ermelinda Freitas produzido na Quinta do Minho, é apresentado pela primeira vez em eventos no CA Vilar de Mouros.
21 de agosto 2026

No festival mais antigo do país, a música é rainha. Este ano, o vinho também quer ser protagonista. A Casa Ermelinda Freitas estreia-se no CA Vilar de Mouros, que decorre até 22 de agosto, com dois wine bars e um lançamento reservado ao festival.
A produtora escolheu Vilar de Mouros para apresentar o Fugaz Alvarinho, o primeiro Alvarinho da marca produzido na Quinta do Minho. Será também a primeira apresentação oficial deste vinho em eventos.
Leonor Freitas, presidente do Conselho de Administração da Casa Ermelinda Freitas, explica que a escolha está ligada à história do festival e à sua localização. “Vilar de Mouros tem alma, história e uma energia contagiante, sendo o festival mais antigo do país, localizado no coração do Minho”. Apresentar o novo vinho num ambiente de música e celebração, na região de origem da casta, surgiu como uma escolha natural.
Produzido na Quinta do Minho, na Póvoa de Lanhoso, o Fugaz Alvarinho representa a interpretação da Casa Ermelinda Freitas de uma das castas brancas mais reconhecidas do país. O vinho resulta da combinação entre o trabalho do enólogo Jaime Quendera e as características do território minhoto, destacando-se pela frescura, elegância mineral e notas cítricas e tropicais.
A aquisição da Quinta do Minho confirma o reforço da presença da empresa na região e a intenção de assumir um papel relevante no sector dos Vinhos Verdes. A aposta complementa as origens da Casa Ermelinda Freitas na Península de Setúbal e procura responder às exigências de novos consumidores.
A estreia leva ao recinto vinhos de diferentes regiões do país. Da Península de Setúbal chegam várias referências Dona Ermelinda, dos brancos, tintos e rosé aos reservas, espumante e moscatéis. A seleção inclui ainda o Terras do Pó Branco.
O Douro estará representado pelo Quinta de Canivães DOC Douro e pelo Quinta de Canivães DOC Douro Reserva. Nos copos haverá ainda espaço para o Campo da Vinha Ligeiro, Vinho Verde, e para outra novidade da produtora, o Casa Ermelinda Freitas Malbec Reserva.
Leonor Freitas considera que o vinho está a conquistar outros espaços e ocasiões de consumo. “O vinho deixou de estar reservado apenas à mesa de refeição”. Os consumidores mais jovens procuram esta bebida em momentos de convívio, ao ar livre, em ambientes descontraídos e em eventos culturais.
A presença no festival permite aproximar a marca de novos públicos e associar o vinho à cultura e à celebração. “Vilar de Mouros é um namoro de longos anos que conseguimos fechar este ano com grande satisfação”.
A aposta passa também pela reutilização. Nos dois wine bars, as bebidas serão servidas em copos reutilizáveis, adquiridos na primeira compra e que poderão acompanhar o público ao longo do festival.
Durante cinco dias, Vilar de Mouros volta a viver ao ritmo da música. Desta vez, entre concertos, há também vinhos de Setúbal, Douro e Minho para descobrir.



