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Viagem Medieval celebra 30 anos entre 29 de julho e 9 de agosto
Está em contagem decrescente o regresso da Viagem Medieval em Terra de Santa Maria. O evento volta a realizar-se entre 29 de julho e 9 de agosto e assinala este ano 30 anos de história. Durante 12 dias, o centro histórico de Santa Maria da Feira transforma-se num palco de recriação da Idade Média.
21 de julho 2026

A abertura está marcada para 28 de julho, às 22h00, com um espetáculo que reúne 500 “Filhos da Viagem”, feirenses nascidos a partir de 1996, ano em que se realizou a primeira edição. O espetáculo presta homenagem à história do evento e às pessoas que ajudaram a construir este projeto ao longo de três décadas.
A edição de 2026 é dedicada a D. Teresa e Afonso Henriques – O Condado Portucalense nas vésperas de Portugal, inspirando-se em episódios dos últimos anos do Condado Portucalense. Custódia Gallego interpreta D. Teresa e Tiago Aldeia assume o papel de Afonso Henriques. É a primeira vez que a Viagem Medieval aposta em dois atores nacionais como protagonistas do evento.
Ao longo da programação realizam-se 88 espetáculos diários, distribuídos por cinco praças de animação e 18 áreas temáticas. O recinto contará ainda com 17 tabernas, dois restaurantes medievais e 202 regatões, entre artesãos e mercadores.
A organização envolve cerca de duas mil pessoas por dia. Participam ainda 349 voluntários, selecionados entre 715 candidaturas.
Para assinalar os 30 anos da Viagem Medieval e os 10 anos do projeto “Infante da Terra de Santa Maria”, todos os bebés que nascerem no Hospital de Santa Maria da Feira durante os dias do evento vão receber um salvo-conduto vitalício, que garante entrada gratuita no evento para toda a vida.
Criada em 1996 na Praça de Armas do Castelo, a Viagem Medieval ocupa atualmente 37 hectares do centro histórico de Santa Maria da Feira.
Em nota de imprensa, a organização refere que a Viagem Medieval é “um dos grandes acontecimentos nacionais” e destaca o envolvimento coletivo em torno de um evento que considera “unificador na sua diversidade e, sobretudo, transformador de vidas e percursos”. A organização defende ainda que a Viagem Medieval “só poderia acontecer em Santa Maria da Feira”, pelos impactos sociais, culturais e económicos que gera no concelho.



