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José Cid celebra Dia dos Namorados no Coliseu do Porto

Aquele que é um dos maiores talentos de sempre da música portuguesa repetiu a dose. José Cid esgotou o Coliseu do Porto, no Dia de S. Valentim. O concerto focou-se nas suas canções de sempre. Minutos antes de subir ao palco, onde o autor, compositor e intérprete brindou os namorados com os seus sucessos, o cantor mostrava-se emocionado com o reconhecimento que vem merecendo do público desde há quase 60 anos.
É já uma longa carreira. Muitos quilómetros de estrada, muitas canções e vários sucessos, deste que se assume como um cantor ao vivo.
Algumas mais antigas, outras mais recentes. «A Rosa que te dei», «Na Cabana Junto à Praia», «20 Anos», «Ontem Hoje e Amanhã», «Cai Neve em Nova Iorque», «A Minha Música», «Louco Amor» contam-se entre muitos outros sucessos.

O cantor foi distinguido com o Prémio Carreira, da Sociedade Portuguesa de Autores, e vencedor do Festival RTP da Canção em 1980. “Entendo que o Festival da Canção tem sido um verdadeiro desperdício, mas não é de agora”. A forma como o festival se tem vindo a desenrolar é “enganador e os votos do público são certamente falaciosos” e, para isso, “basta ter um clube de fãs na internet para se conseguir ganhar e muitas vezes nem é a melhor canção”.

Entende que o segredo poderá estar na sua rebeldia, na forma de estar na vida e na forma como se entrega a causas solidárias. Diz que a sua música até pode não passar na rádio, pode não aparecer nas revistas e jornais, mas quem gosta vai aos seus concertos.
O cantor, que eternizou o tema «No dia em que o rei fez anos», afirma que a sua música até pode não passar na rádio, pode não aparecer nas revistas e jornais, mas quem gosta vai aos seus concertos.

José Cid, ontem, hoje e sempre.

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