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OLI ofereceu 53 mil viseiras no primeiro mês de produção

No primeiro mês de produção de viseiras, a OLI já ofereceu 53 mil unidades, no âmbito do projeto humanitário de combate à pandemia da Covid-19.
Durante este mês de maio estima-se a produção de mais 100 mil unidades. A Administração Regional da Saúde do Norte, o Hospital Curry Cabral e o Centro Hospitalar Universitário de Coimbra surgem no topo das instituições, a nível nacional, que mais receberam este material de proteção.
A OLI, que é líder ibérica na produção de autoclismos, iniciou a produção no dia 3 de abril, tendo já produzido um total de 95 mil unidades. Na fábrica sediada em Aveiro, que se encontra a laborar 24 horas por dia e sete dias por semana, são fabricadas 6 mil unidades diariamente.
Este projeto solidário nasce de um desafio lançado pela startup ERISING e pelo
INEGI, de produção de um suporte de viseira em condições e quantidades industriais, para entregar a hospitais, que envolve o ISEP, FEUP, INEGI e LAETA.
Para o desenvolvimento deste projeto foi determinante as competências de engenharia da OLI Moldes, uma unidade industrial que a OLI inaugurou há dois anos, com o objetivo de fabricar moldes complexos para as indústrias automóvel e hidro-sanitária de todo o mundo.
Lembre-se que OLI é a “maior produtora” de autoclismos da Europa do Sul. Exporta 80% da produção para 80 países dos cinco continentes. Em 2019, registou um volume de negócios de 60 milhões de euros. A empresa integra 431 colaboradores em Portugal. A fábrica trabalha ininterruptamente 24 horas por dia, sete dias por semana, e tem uma produção anual de 1,9 milhões de autoclismos e 2,8 milhões mecanismos. É a única empresa portuguesa a produzir autoclismos interiores.

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