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Mercado à Moda Antiga regressa a Oliveira de Azeméis com a escola de outros tempos como tema

A XXVII edição do Mercado à Moda Antiga realiza-se a 16 e 17 de maio no centro histórico de Oliveira de Azeméis e terá a educação de outros tempos como tema central. O cartaz da iniciativa recupera o ambiente das antigas salas de aula e antecipa a recriação de costumes e tradições que marcaram o quotidiano da cidade no final do século XIX.

A educação de outros tempos inspira a XXVII edição do Mercado à Moda Antiga de Oliveira de Azeméis, marcada para 16 e 17 de maio no centro histórico da cidade. O cartaz do evento recupera o ambiente das antigas salas de aula e antecipa o regresso de costumes e tradições que marcaram o quotidiano local no final do século XIX.

A imagem escolhida para a edição deste ano remete para uma sala de aula de outras décadas. O quadro negro, o mapa de Portugal, as cadeiras de madeira alongadas e as lousas onde os alunos escreviam surgem como elementos centrais de um cartaz que procura evocar a memória escolar de gerações mais antigas.

Para o presidente da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis, a escolha do tema valoriza uma dimensão importante da memória coletiva. “Este é um património importante que pretendemos que continue a fazer parte da nossa memória coletiva, não só das gerações mais antigas, mas também das novas gerações para que fiquem a saber como era a educação dos seus pais e avós, numa altura em que os tempos eram muito difíceis”, refere Joaquim Jorge citado em nota de imprensa.

A pouco mais de dois meses do evento, a organização prepara aquela que é considerada a maior iniciativa cultural do concelho, responsável por atrair anualmente milhares de visitantes ao centro histórico da cidade.

Tal como o cartaz remete para o passado, também várias ruas de Oliveira de Azeméis irão recriar o ambiente de finais do século XIX, período em que o mercado se realizava na então vila, na antiga Praça dos Vales.

Durante dois dias, profissões e costumes de outrora voltam a ganhar expressão nas ruas. Figuras como a padeira ou o moleiro, a venda de produtos hortícolas, o artesanato, a gastronomia tradicional e os cantares populares integram um programa que procura recuperar práticas e saberes ligados ao passado da comunidade.

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