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Aurea encanta com Soul Notes

Ser cantora nunca foi o seu sonho. Mas, certo é que, quem a ouve cantar, não fica indiferente à sua maturidade, bem como à forma como se apresenta em palco. Estudou para ser actriz, mas rapidamente se tornou numa cantora de sucesso.
Aos 26 anos, está de regresso com mais um registo de originais. Este disco, segundo a cantora, mostra o seu lado mais pessoal e íntimo.
Nunca esperou tanto sucesso e não se cansa de agradecer tudo o que lhe tem acontecido na vida. Garante que este novo disco não tem uma mensagem específica, mas mostra bem a realidade de quem é a Aurea.
Tornou-se numa das vozes femininas mais assíduas nas ondas das rádios nacionais, ganhou já vários prémios e continua a conquistar o público de várias idades. E, por isso, garante que os palcos e a música lhe ensinaram muito daquilo que é hoje…

Canta descalça por simples conforto e, ao fim destes anos, continua com a mesma ansiedade antes de subir ao palco. Não gosta de fazer planos a longo prazo e, quanto ao seu futuro, de uma coisa não tem dúvidas: quer continuar a cantar…

Entrevista:

Qual é a melhor forma para se poder descrever este seu novo disco de originais?
É um disco muito pessoal e cheio de emoções.

Mas, no fundo, qual é a sua principal mensagem?
As letras deste álbum falam acerca de experiências, reflexões e pessoas que fazem parte da minha vida e achei que estava na altura de partilhar algumas dessas coisas com o público que me acompanha.

Como descreve este espectáculo que apresentou em S. João da Madeira?
Trata-se de um novo espectáculo que junta o primeiro disco com este novo Soul Notes, um novo cenário, muita energia e muita dedicação da nossa parte, espero sobretudo que as pessoas se tenham divertido naquele bocadinho que passaram connosco.

Como tem corrido a digressão?
Tem corrido bem, felizmente, as pessoas continuam a apoiar-nos e a acarinhar-nos imenso, o feedback tem sido até agora positivo.

Ao fim destes anos, já consegue conter a ansiedade antes de subir ao palco?
Consigo controlar um bocadito mais a ansiedade durante o dia, mas os minutos antes de entrar em palco ainda são muito semelhantes aos que passei no meu primeiro espectáculo, fico muito nervosa e as perguntas que me ocorrem sempre são: “Virá hoje alguém ver-nos?”, “Será que o concerto vai correr bem?” … Sinto muito o peso da responsabilidade e o de não querer decepcionar quem nos vai ver.

Interpretou Love Me Tender, de Elvis Presley, para o disco “Viva Elvis, The Album” – um CD inspirado no espetáculo “Viva Elvis”, do Cirque du Soleil, que teve como objectivo assinalar o 75.º aniversário do cantor. Como surgiu o convite?
O convite chegou-nos através da editora e, obviamente, que o “sim” foi imediato!

Foi um grande privilégio?
Sem dúvida, foi um enorme privilégio poder fazer o «Love Me Tender» com o rei Elvis Presley, não queria acreditar que aquilo me estava mesmo a acontecer, dei o meu melhor e o dueto acabou por ser aprovado pela própria família, o que me deixou super grata e honrada.

O seu sucesso seria outro a cantar em português?
Não sei como teria sido, é impossível saber… Sei sim que estou muito feliz com o meu caminho até agora e muito orgulhosa de todos os que trabalham comigo desde início e que acreditaram em mim desde o primeiro momento; devo também tudo ao público, que tem sido incansável, me apoia e me tem sempre recebido de braços abertos.

Canta descalça. Simples conforto?
Pode ser visto dessa forma, sim. Mas já muitas pessoas cantam descalças; por isso, não é novidade. Estar descalça em palco deixa-me mais confortável nos concertos, é esse o grande motivo.

Foto: DR

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