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Portugueses destacam-se na literacia financeira

No âmbito do Dia Internacional da Literacia, que se assinala esta quinta feira, 8 de setembro, a Intrum recorda que a literacia financeira deve ser promovida junto da população, cada vez mais, por ser decisiva para permitir uma correta gestão das finanças pessoais. A literacia financeira revela-se como uma preocupação crescente para os portugueses, que se destacam neste pilar do Barómetro Bem-Estar Financeiro da Intrum 2022, que engloba consumidores de 24 países europeus.
Luís Salvaterra, diretor-geral da Intrum Portugal, assinala que «Portugal ascendeu ao 6º lugar no ranking do Barómetro Bem-Estar Financeiro 2022, subindo dois lugares e para uma posição muito satisfatória, no total dos 24 países do ranking, comprovando que a literacia financeira é um tema cada vez mais importante para as famílias portuguesas».
Entre os mil portugueses que participaram no Barómetro Bem-Estar Financeiro da Intrum 2022, 46,5% escutam sempre a família (pais e familiares próximos) para obter conselhos sobre questões financeiras, percentagem substancialmente acima da média da União Europeia (EU), que é de 39,6%.
Ainda sobre as fontes em que os portugueses mais confiam quando procuram aconselhamento financeiro, o Banco aparece em primeiro lugar com 38,5% ligeiramente acima da média europeia, assumindo mais relevância à medida que idade aumenta. A pesquisa de Informação Financeira Online (33,2%) e os Consultores Financeiros Independentes (18,6%), são igualmente opções dos portugueses na hora de tomar as suas decisões financeiras. Na média da EU, estes indicadores são, respetivamente, de 37,20% (Banco), de 28,84% (Fontes On-line) e de 24,6% (Consultores Independentes).
O top 3 de países com maior nível de literacia financeira são a Finlândia (1º lugar), Suécia (2º lugar) e Irlanda (3º lugar). Itália e França encontram-se no final da tabela ocupando respetivamente, o 23º e 24º lugar.
Nota menos positiva, nos dados do Barómetro Bem-Estar Financeiro da Intrum 2022, o facto de todos os países terem registado uma pontuação inferior, este ano, na medição da sua educação financeira. Um resultado que pode refletir um ligeiro arrefecimento no entusiasmo do consumidor europeu em relação à preocupação com a melhoria do seu conhecimento financeiro, entusiasmo que havia surgido no seguimento da primeira onda de restrições, devidas ao confinamento provocado pela COVID-19 de 2020.

Foto: DR

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