Saúde

Hospital da Feira passa a realizar ressonâncias magnéticas a partir de setembro

A partir de setembro, o Hospital S. Sebastião, em Santa Maria da Feira, passa a realizar exames de Ressonância Magnética nas suas instalações com um novo equipamento equipado com Inteligência Artificial. O investimento reforça a segurança dos doentes, evita a sua deslocação para outras unidades e dá autonomia ao hospital para realizar estes exames.

O Hospital S. Sebastião, em Santa Maria da Feira, passa a realizar exames de Ressonância Magnética a partir de setembro, com a entrada em funcionamento de um novo equipamento equipado com Inteligência Artificial. A nova valência permitirá à Unidade Local de Saúde (ULS) Entre Douro e Vouga realizar estes exames internamente, deixando de recorrer a prestadores externos e evitando a deslocação de doentes internados para outras unidades.

Segundo a ULS Entre Douro e Vouga, o investimento resulta de um processo de modernização iniciado há vários meses e reforça a autonomia da instituição. Até agora, o hospital recorria a prestadores externos para a realização de exames de Ressonância Magnética, o que obrigava ao transporte de doentes internados, uma operação que mobilizava recursos humanos e logísticos e que podia comprometer a estabilidade clínica dos utentes.

O novo equipamento está equipado com tecnologia de Inteligência Artificial e dispõe de um túnel com maior diâmetro do que os modelos convencionais, reduzindo a sensação de claustrofobia e permitindo a realização de exames com maior conforto, incluindo em doentes com mobilidade reduzida ou sob suporte ventilatório. Segundo a ULS, a integração de protocolos rápidos e precisos permitirá reforçar a capacidade de diagnóstico em áreas como Cardiologia, Neurologia e Oncologia.

“Este é um investimento na dignidade do doente e na excelência do nosso corpo clínico”, afirma Carlos Alberto, presidente do Conselho de Administração da ULS Entre Douro e Vouga, citado em comunicado. “Ao trazermos esta tecnologia para dentro de casa, estamos a dizer aos nossos doentes que não precisam de sair da sua referência hospitalar para ter acesso ao melhor diagnóstico. Além disso, a capacidade de realizar estes exames internamente permite-nos avançar para a idoneidade formativa para médicos especialistas, um passo vital para o futuro da nossa unidade e da região”.

Antes do início da atividade clínica, a ULS Entre Douro e Vouga está a promover um ciclo de formação especializada dirigido aos profissionais que irão operar o equipamento, com especial enfoque na segurança em ambiente de Ressonância Magnética.
A entrada em funcionamento da nova unidade decorrerá de forma faseada ao longo do mês de setembro.

Foto: DR

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