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“Vozes do Românico” em repetição e “A Visita” está de regresso a 8 de fevereiro

“Catabrisa” é um espetáculo em que vai ser necessário ‘armar (a) tenda’! A peça, cuja responsabilidade de representação impende à Companhia Instável, estreia, tal como já foi referenciado em nota anterior, no próximo dia 31 de janeiro (repete a 1 de fevereiro), no Centro Cívico de Ferreira, em Paços de Ferreira. O espetáculo vive imerso numa elevada dose de fantasia. A tarefa de cativar os mais pequenos depende, em primeira instância, da interpretação de Eugénio Roda e dos artefactos cénicos disponíveis, os recursos responsáveis por criar o fascínio na plateia. Um manancial que agrega diferentes linguagens entre teatro de sombras, dança, circo e movimento cuja dinâmica global vai soltar a magia e o encantamento desencadeado pelo sonho de um menino.

A apresentação das “Vozes do Românico” no passado domingo, dia 26 de janeiro, gerou uma onda de satisfação consensual em todos os intervenientes: Magna Ferreira, que coordenou e dirige o projeto estava radiante com o resultado final. Fernando Lapa, que com Ângela da Ponte partilhou a criação da composição dos temas, estava visivelmente agradado com o resultado final. O grupo Drumming, do conhecido Miguel Bernat, revelou todo um virtuosismo ao nível da percussão que só pode espelhar o reconhecimento que lhe tem sido atribuído em terras lusas e além-fronteiras. Os coros de partes distintas do território dos 12 municípios que constituem a Rota do Românico pautaram-se por um intenso uníssono vocal. As outras unidades corais entram em cena, perdão, ‘em canto’, a 2 de fevereiro, domingo, no mesmo local e hora, ou seja, no Auditório Municipal de Lousada, às 17h00.

“A Visita” regressa aos Palcos do Românico. A quinta e a sexta representações da peça terão lugar em terras do Marco de Canaveses, na Igreja de Sobretâmega, nos próximos dias 8 e 9 de fevereiro, sábado, às 17h00 e 9, domingo, às 15h00. A guia chegará ao local ‘em registo de elemento dos Daft Punk’, de capacete, a correr e esbaforida pelo atraso que parece apresentar face à presença das pessoas que anseiam por conhecer detalhadamente o local. Mais vai valer a pena a ligeira demora, pois Margarida Gonçalves, investida da condição de ‘guia de transporte’ teatral, vai saber contar, com precisão, múltiplos detalhes históricos, algumas lendas e também gerar emoções.

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