Cultura
Três concertos gratuitos assinalam segundo aniversário da Agenda Porto no Rivoli
O segundo aniversário da Agenda Porto vai ser celebrado com música ao vivo e entrada livre, numa noite que junta propostas internacionais e nacionais no Teatro Rivoli. No sábado, 10 de janeiro de 2026, sobem ao palco o músico libanês Charif Megarbane, o projecto norte-americano Awesome Tapes From Africa e o artista português O Mau Olhado, numa programação pensada para assinalar a data com diversidade estética e geográfica.
5 de janeiro 2026

A Agenda Porto, projeto editorial lançado em 2024, celebra dois anos de vida, feita de forma colaborativa e aberta a todos os promotores da cidade. Este aniversário será celebrado no sábado, 10 de janeiro, no Teatro Rivoli, entre as 19 horas e a 01h.
O dia, inteiramente focado na música, começa com a atuação de O Mau Olhado, às 19 horas, no TMP Café. Este é um projeto do portuense João Cardoso, que originalmente tocava nas ruas do Porto em registo one-man band, com uma guitarra acompanhada de sampling e percussão. No Rivoli apresenta-se no formato trio, e estará a apresentar o seu primeiro álbum, “Os cães ladram”, lançado em setembro passado. O concerto é de entrada livre, estando sujeito à lotação do espaço.
Às 21h30, o Grande Auditório será palco da estreia na Porto de Charif Megarbane, artista libanês com um longo e eclético percurso. Um músico que divide o seu tempo entre Beirute, Nairobi, Paris e Lisboa — cidades onde periodicamente reside – e que sorve influências de todas essas latitudes. Será de esperar um concerto que funde sonoridades que vão do funk da África ocidental a psicadelismo com tons do Médio Oriente. O concerto é gratuito, estando sujeito a levantamento do bilhete no próprio dia – a partir das 11 horas, na bilheteira do Rivoli ou na Bilheteira Online.
Por fim, o TMP Café contará, a partir das 22h45, com um DJ Set de Awesome Tapes From Africa, plataforma criada pelo californiano Brian Shimkovitz, que trará na mala alguns tesouros analógicos que foi descobrindo ao longo de um percurso investigativo de quase 20 anos.
A atuação contará com cassetes que cruzam a soul, os blues e a música tradicional de diversos países africanos, mas com foco na região do Sahel – países ao redor do deserto Sahara, como Mali, Nigéria ou Mauritânia. Este momento é de entrada livre, estando sujeito à lotação do espaço.



