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Meo Marés: a declaração de amor de Diogo Piçarra ao Norte, em jeito de festa de aniversário
No segundo dia de Meo Marés, o cantor algarvio Diogo Piçarra declarou amor pelo público nortenho e disse que o Norte é o paraíso. Para celebrar esses afetos, o artista convidou quatro músicos amigos, que com ele transformaram o recinto do festival numa celebração coletiva de cumplicidades.
18 de julho 2026
A celebrar dez anos de carreira, Diogo Piçarra veio ao Meo Marés comemorar com o público e com os amigos. Perante uma plateia de seguidores que cantam com ele as músicas do início ao fim, o artista transformou o recinto numa festa de amor e de amizade.
Para a celebração no palco nortenho, durante a qual percorreu todos os êxitos da carreira, o cantor convidou quatro artistas que com ele interpretaram as suas músicas: a cantora Carolina Deslandes, o rapper Satiro, o cantor madeirense Zarko e a referência do hip-hop Bispo. A cumplicidade entre todos eles e os duetos que protagonizaram mostraram o quanto o meio artístico tão competitivo e, por vezes, tão selvagem pode também ser um espaço de criação e um abrigo de afeto e união entre artistas.
Sendo desses momentos que se alimenta a sobrevivência musical, é também essa amizade que faz percurso. Diogo Piçarra mostrou que sabe disso e fez questão de o assinalar, ao dizer “vamos fazer história”, antes de cantar o tema “História”.
E terá deixado uma marca na história de vida de Cláudia, uma festivaleira que chamou à atenção no meio do público, por trazer à cabeça um véu de noiva. Diogo Piçarra chamou essa noiva para subir ao palco, perguntou pelo noivo e recomendou ao casal “não se estraguem, tenham cuidado”.
A lua de mel com o público continuou ao som de “Paraíso”, para Diogo Piçarra exclamar aos festivaleiros “o Norte é o paraíso” e terminou com a interpretação de “Amor de Ferro”. O cantor não terminaria o concerto sem declarar “Eu amo-vos”.
Fotos: Mónica Joady



