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Vodafone Paredes de Coura: o público como terapia dos artistas

O Festival Vodafone Paredes de Coura regressa à vila minhota a 12, 13, 14 e 15 de agosto de 2026 e já tem duas bandas fechadas, embora a organização não revele quais. Na conferência de imprensa de balanço da edição deste ano, organização, Vodafone e autarquia enfatizaram a ideia de que este é um festival que cria memórias e dos melhores momentos da vida do público e doa artistas.

A edição deste ano do Festival Vodafone Paredes de Coura teve uma assistência de 120 mil espetadores. O número foi avançado ao início desta tarde pelo Diretor do Festival. No balanço do evento, João Carvalho manifestou-se orgulhoso por, mais uma vez, o festival ter tido “artistas a quem o Paredes de Coura muito marcou”. Deu como exemplos, a britânica Lola Young, que “estava numa crise de ansiedade, sem vontade de atuar e saiu daqui a dizer que esta foi a sua melhor terapia”. Além dela, a francesa Zaho de Sagazan também disse que o espetáculo que deu em Paredes de Coura “foi o melhor concerto da sua vida”. O responsável do Vodafone Paredes de Coura não tem dúvidas de que “quando a Zaho encher estádios, vamos todos recordar este momento dela em Paredes de Coura”.

Para a organização, “esta foi uma das melhores edições de sempre” e, como acontece desde a primeira, em 1993, o Vodafone Paredes de Coura voltou a mostrar que se rege “pela ternura, pelos valores e pelo respeito” que o público aprecia e retribui. “Mais uma vez, foi uma edição tranquila, sem problemas de segurança, sem roubos, sem ocorrências”, sublinhou João Carvalho.

Leonor Dias, diretora da marca patrocinadora do festival, acrescentou que o Paredes de Coura “é o maior exemplo das melhores coisas da vida” porque “quando formos velhinhos, ao revermos as snapshots dos melhores momentos da vida, estes serão dos melhores momentos”.

O Presidente da Câmara de Paredes de Coura, Vitor Paulo Pereira, enfatizou o facto de o festival ter resgatado a vila minhota “do fatalismo da geografia”, dizendo que “o desenvolvimento das terras não depende da geografia, mas sim da capacidade de criar, como aconteceu com este festival”. O autarca lembrou os anos iniciais em os amigos e sócios criaram o festival não tinham dinheiro para as despesas, afirmando que “o erro maravilhoso de misturar a emoção com os negócios é que fez o festival crescer”.

João Carvalho anunciou, ainda, que a organização já tem duas bandas fechadas para a edição do próximo ano, embora não tenha revelado quais são. O Vodafone Paredes de Coura regressa à praia fluvial do Taboão a 12, 13, 14 e 15 de agosto de 2026, para a trigésima terceira edição.

 

 

 

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