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Vídeo: Clinica FISIOVIDA – A distinção de um modelo de Fisioterapia avançada e diferenciada

Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, mais de 80 por cento da população mundial sofre ou poderá algum dia vir a sofrer com dor de costas, sendo esta uma das maiores causas para o absentismo ao trabalho e para recorrer ao médico. Ainda que existam causas descritas para as dores de costas, tais como más posturas, sedentarismo, traumatismos, esforços mais pesados e repetitivos, o que se sabe é que existem muitos casos de dor sem causa conhecida.

Numa altura em que se valoriza cada vez mais o corpo delineado, manter a coluna correta pode parecer, à partida, apenas mais uma preocupação estética, mas não é. O que pouca gente sabe, mas os especialistas não se cansam de repetir, é que cuidar da postura pode ser a solução de muitos problemas, como uma simples dor de cabeça ou uma dolorosa lombalgia ou cervicalgia. O alívio da dor, a postura do dia-a-dia e a qualidade de vida são algumas das vantagens da Reeducação Postural Global, conhecida como RPG, e que leva cada vez mais pessoas a recorrem a esta especialidade da Fisioterapia que pode em muitos casos evitar uma cirurgia.
Samuel Ferreira, fisioterapeuta, responsável máximo pela clínica FISIOVIDA e que “aposta numa abordagem integral da saúde, integrando no modelo de avaliação e intervenção áreas como a Osteopatia, Reeducação Postural Global, Pilates Clínico, Medicina Tradicional Chinesa, Exercício Clínico, Nutrição Funcional, entre outros”. Esta clínica, situada no Porto, na Avenida Fernão de Magalhães, repartida por dois pisos, “diferencia-se por apostar num modelo de fisioterapia avançada e diferenciada, na qual é privilegiado o atendimento individualizado do utente, sempre com base numa avaliação clínica detalhada e rigorosa, fazendo uso das técnicas mais inovadoras e com evidência científica, que permita obter resultados mais rápidos e duradouros”, enfatiza Samuel Ferreira.
Este responsável lembra que dentro do problema das “dores de costas”, a lombalgia, é a mais frequente, seguida da cervicalgia. Apesar dos avanços científicos na temática da patologia da coluna, o fisioterapeuta explica que, em mais de 75 por cento dos casos, “não é possível identificar a causa exata da dor de coluna”. Uma das causas que justifica a dificuldade em “encontrarmos através de meios complementares de diagnóstico uma causa exata para a dor é que as pesquisas científicas sobre dor têm demonstrado que quando temos dor, esta tem menos a ver com o estado atual dos nossos tecidos e mais a ver com o cérebro e o sistema nervoso”. Samuel Ferreira frisa que existe um consenso da parte de todos os investigadores na área da dor de que apenas 1 por cento da dor lombar está relacionada com problemas graves da coluna, como tumores, fratura ou infeção” e apenas 5% está relacionado com alguma protrusão discal ou compressão neural.”
Perante estes dados, cada vez mais, a procura por parte dos portugueses por alternativas capazes de acabar com as dores na coluna, bem como noutras partes do corpo, sem que para isso seja necessário recorrer a fármacos ou a sofrimento
As várias lesões músculo-esqueléticas são resultantes do desempenho de determinadas tarefas, principalmente no local de trabalho, da má postura, da vida sedentária, do stress e do excesso de exercícios, assegura Samuel Ferreira.
Outra das áreas com grande aposta desta clínica é a área do exercício. Nuno Silva é um dos fisioterapeutas especializados em exercício fazendo parte do departamento ECOS – Exercício Clínico e Otimização da Saúde. “O ser humano está fortemente predisposto ao movimento e ao exercício, por isso, é forte a evidência que demonstra os seus benefícios nas dores de costas”, enfatiza. O fisioterapeuta destaca ainda que “a ciência tem comprovado que, depois do sintoma surgir, o retorno gradual às tarefas habituais e a manutenção da atividade física apresentam maiores vantagens a longo prazo do que o tão aconselhado repouso prolongado”.
Porém, na sociedade actual, confrontamos-nos com um aspeto que em muito tem contribuído para o aumento da incidência da dor de costas. Segundo Nuno Silva “o sedentarismo é apontado como o fator de risco mais evidente e mais vezes associado às condições neuro-músculo-esqueléticas”. No entanto, quem vence a barreira do sedentarismo acaba por ter benefícios bastante positivos no combate à dor de costas. Nuno Silva reforça que “ o exercício induz a produção de mensageiros cerebrais (neurotransmissores), como as endorfinas, encefalinas e endomorfinas, que apresentam um papel preponderante na inibição dos processos que conduzem à experiência de dor. Assim, o simples facto da pessoa se comprometer, de forma progressiva, a dedicar mais tempo à prática de exercício físico pode tornar-se, só por si, o contexto ideal para o controlo do sintoma e a diminuição do risco de um novo acontecimento”, remata.
Assim, o exercício é considerado dos maiores e melhores estímulos biológicos para que o organismo se torne, continuamente, eficaz e eficiente para qualquer necessidade de adaptação, reduzindo assim a força dos contextos ameaçadores que são precursores da limitação física e da perda qualidade de vida.

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2 Comments

  1. Finalmente encontro o que procuro. Tenho todos esses sinais. Já li muito sobre RPG mas era tudo no Brasil. Vou passar pela vossa clínica. Vídeo muito bom e esclarecedor.

  2. Fiz RPG no Brasil muitos anos. Quando vim para Portugal me deparei com esta dificuldade pois era um método desconhecido por estes profissionais.

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